A projeção de uma imagem positiva, o bom ambiente profissional e as oportunidades favoráveis à progressão na carreira assumem-se como as condições essenciais para captar os melhores candidatos. As empresas já não podem encarar o mercado de forma passiva, como sempre fizeram. Face à escassez de talento e à forte concorrência, têm que tomar atitudes ativas de promoção, pois só assim conseguirão atrair o melhor talento, perfis específicos, envolver os colaboradores internamente e garantir a sua retenção.

E é exatamente no sentido de melhorar a imagem das instituições e recrutar mais e melhores profissionais que surge o Employer Branding, imagem e reputação da empresa enquanto empregador, que dá origem a um conjunto de estratégias que as empresas deverão adotar para captar e para reter talento. A nível interno, a técnica pode contemplar, por exemplo, a criação de escritórios mais funcionais e atraentes, disruptivos no layout e na decoração e adaptados à atividade dos colaboradores, já que constituem, sem dúvida, uma fonte de boa disposição, inspiração e motivação e são, atualmente, um importante cartão de visita para a atração de talento. Também a promoção de eventos no seio empresarial – comemoração de aniversários ou atividades lúdicas – são cada vez mais relevantes na promoção de uma atitude positiva e no fortalecimento do espírito de pertença dos colaboradores.

Por sua vez, e a nível externo, as redes sociais desempenham um papel fundamental na projeção de qualquer organização. O word-of-mouth, ou mais recentemente o referral, circulam atualmente por via digital, dando origem a opiniões positivas ou negativas que ficam registadas, o que obriga, naturalmente, a que as empresas tenham que dar especial atenção a esta vertente da empresa. A este nível, encontramos, por exemplo, empresas muito ativas, outras com uma presença deficiente, que pode mesmo ser negativa, e algumas, ainda, que, por não possuírem meios ou por razões corporativas, não podem estar presentes nas redes sociais. Contudo, cada vez mais e em particular para os millennials, as instituições que não estão nas redes sociais não existem, o que lhes coloca novos desafios.

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